Dois anos após ter sido estuprada por um primo do pai, a afegã Gulnaz ainda lembra do cheiro e do estado das roupas do homem que atacou durante uma visita de sua mãe ao hospital.
“Ele trabalha em construção e tinha a roupa suja. Quando minha mãe saiu, ele entrou em casa e fechou portas e janelas. Eu comecei a gritar, mas ele tapou minha boca com as mãos”, contou a afegã, na época com 19 anos, em entrevista à emissora CNN.
Leia a matéria completa no G1.
Comentário:O fundamentalismo é uma coisa inaceitável, independente da religião. O islamismo chama mais a atenção pois cresceu muito e existe em todo o mundo. Entretanto comportamentos radicais são praticados em todo o mundo, por várias religiões e em alguns lugarem do mundo como no Afeganistão com a participação do estado. Coloquei estes pontos pois não devemos travar cruzadas contra os muçulmanos e este caso deve servir de alerta para as pessoas que se deixam levar por religiões. O que devemos fazer é sim lutar para que nenhuma religião ou estado possa cometer crimes como este e ser tratado como um comportamento natural.
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